terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Quinta do Romeu - Trás-os-Montes





Falta de acesso a financiamento paralisa projectos agrícolas


foto Alfredo Cunha/Arquivo JN


A falta de acesso dos agricultores ao financiamento bancário pode pôr em causa os projectos do Programa de Desenvolvimento Rural, já aprovados, alertou o presidente da Comissão Nacional de Jovens Agricultores, Luís Saldanha.

"Há situações dessas. Os projectos estão parados porque os agricultores não têm acesso ao crédito" disse à Lusa Luís Saldanha, adiantando que esta é uma das questões que vai ser apresentada na quarta-feira aos deputados da Comissão de Agricultura e Pescas.

O responsável da Comissão Nacional de Jovens Agricultores (CNJ) afirmou que o facto destes projectos terem fundos comprometidos dificulta a entrada de novas candidaturas, pois o dinheiro está destinado e não é atribuído a novos projectos.

Os agricultores que conseguem avançar com o financiamento também se confrontam com dificuldades devido aos atrasos do Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER).
"Como o pagamento é efectuado contra reembolso, ou seja, primeiro paga-se e depois recebe-se, se tivermos em conta os atrasos de pagamento dá para verificar as dificuldades de tesouraria ou os encargos que se tem que suportar", explicou o dirigente associativo.

Após a assinatura do contrato, os promotores têm seis meses para apresentar o primeiro pedido de pagamento (para provar o início do projecto). Decorrido este período, deve estar concluído em 24 meses.
in Jornal de Notícias (Publicado em 2011-09-14)

Post de Catarina Conceição 11ºD (2011/2012)

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Principais Estados-membros produtores de cereais



Quase metade da produção total dos cereais colhidos em território da União Europeia (UE) é proveniente da França, Alemanha e Polónia.

Com base na produção média para o período 2008-2010, a França (no total, com 23 % da EU-27) foi o maior produtor deste produto, logo seguida pela Alemanha (16 %), Polónia (10 %), Reino Unido (8%), Espanha (7 %) e Itália (6 %). Portugal mostra uns modestos 0,4 %.
A França foi também o principal produtor em três dos principais cereais cultivados na UE (trigo, cevada e milho em grão).

Os cereais são a principal cultura da Europa dos 27. Após a colheita de 2008, favorecida pelas boas condições climáticas durante o ano e aos altos preços dos cereais do ano anterior, a produção caiu em 2009 e 2010, devido à diminuição da superfície total semeada com cereais e das condições climáticas menos favoráveis. Como média, a UE-27 produziu cerca de 300 milhões de toneladas de cereais ao ano durante o período de 2008-2010.

A listagem dos maiores produtores europeus de cereais encontra-se publicada na edição 2011 do livro de bolso de estatísticas agrárias e de pesca, publicada pelo Eurostat, o departamento estatístico da UE. O caderno apresenta tabelas seleccionadas e gráficos que proporcionam uma visão estatística do sector agrícola em terras europeias. São ainda apresentados os dados mais recentes para os 27 Estados-membros que se encontram divididos em sete capítulos: leite e produtos lácteos, contas e preços agrícolas, principais produtos agrícolas, agricultura e ambiente, coberta vegetal e utilização dos solos, as zonas rurais e as estatísticas de pesca.
Mais informações aqui.
In Agrotec Fonte: Agrodigital.com

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Carne Alentejana (DOP) - Anúncio de promoção




Anúncio de promoção da Carnalentejana

Em 1 de Junho de 1992, foi criada a Carnalentejana S.A., por escritura de 33 criadores de bovinos de raça alentejana pura. Tem hoje 129 produtores associados com explorações distribuídas por todo o Alentejo, embora com maior concentração no distrito de Portalegre, com um capital social de 700.000 euros, a que correspondem cerca de 9.500 vacas adultas de linha pura. É o maior agrupamento nacional de produtores em produção extensiva.

Esta sociedade anónima, com sede em Elvas (Zona Industrial, Sítio do Moinho de Vento) é reconhecida como Agrupamento de Produtores, e é detentora da marca Carnalentejana incluída na lista das Denominações de Origem Protegidas (DOP) a nível comunitário.


in YouTube by www.jervispereira.pt

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Turismo: Lisboa é uma das capitais europeias mais promissoras




Estudo diz que o elevado número de dormidas na cidade e o sólido crescimento torna-a uma das mais promissoras para o futuro

Só Amesterdão se classifica à frente de Lisboa no que diz respeito ao número de dormidas relativo ao número de habitantes na cidade das sete colinas. Em Amesterdão contam-se 13,0 dormidas de turista por cada habitante, enquanto em Portugal se contam 12,6.

Este indicador aliado a um sólido crescimento do número de dormidas entre 2005 e 2010 levou a considerar Lisboa como uma das cidades europeias mais promissoras para o turismo. Numa matriz em que é considerado o número relativo de dormidas e o seu crescimento entre 2005 e 2010, a Roland Berger conclui que Lisboa é uma das mais promissoras, juntamente com Amesterdão e Estocolmo.

As três cidades são agrupadas na categoria de “estrela” juntamente com Zurique, Roma Viena e Copenhaga. As restantes categorias agrupam as outras 21 cidades com as denominações de “elevado potencial”, “seguidoras” ou “retardatárias”.

Neste estudo, Lisboa lidera o ranking de cidades que não disponibilizam dados de receita por quarto de hotel disponível, item que a consultora utiliza para medir a criação de valor. Entre as 24 cidades, apenas 10 disponibilizaram estes dados e Londres lidera este grupo, seguida por Paris, Berlim e Roma.

(...)

Este estudo teve em consideração sete critérios. Um dos mais importantes é o da criação de valor e apenas 10 cidades apresentaram dados para este “item”. Entre os restantes, os principais são: crescimento do número de dormidas, crescimento da capacidade hoteleira e acessibilidade.

In, Revista Sábado (29-12-2011)


Post de N. Palmeiro, 11ºD (Ano lectivo 2011/2012)

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Sobreiro já é a Árvore Nacional

Sobreiro (Querqus suber) - Marvão, Serra de S. Mamede
 

A partir desta quinta-feira, o sobreiro é a Árvore Nacional de Portugal, depois de um projecto de resolução aprovado, por unanimidade, na Assembleia da República e de uma petição pública com 2291 assinaturas.



“A partir de agora, abater um sobreiro não será apenas abater uma árvore protegida, mas sim, um símbolo nacional”, disse ao PÚBLICO o deputado socialista Miguel Freitas, relator do projecto. “O consenso total na Assembleia da República foi muito importante”, acrescentou.

O sobreiro é espécie protegida pela legislação portuguesa desde 2001. Mas essa protecção não foi suficiente para travar a regressão da árvore em território português, motivada por “práticas erradas, nomeadamente de mobilização de solo que danificam as raízes, e doenças ou a combinação das duas situações”, salientou Miguel Rodrigues, da associação Árvores de Portugal. Além disso, “a lei que protege o sobreiro está constantemente a criar situações de excepção para empreendimentos que permitem o abate de árvores”.


O sobreiro, árvore mediterrânica com mais de 60 milhões de anos, ocupa uma área de cerca de 737.000 hectares dos mais de 3,45 milhões de hectares de floresta em Portugal, segundo o último Inventário Florestal Nacional, de 2006. Hoje é responsável por 10% das exportações nacionais. “De momento, a cortiça é um dos produtos mais importantes da economia nacional”, salientou o deputado Miguel Freitas.

Mas a sua importância não se esgota na cortiça. “Esta árvore representa o montado, um dos ecossistemas mais importantes da Europa e as espécies ameaçadas que dele dependem”, acrescentou.


22.12.2011
Helena Geraldes



In Jornal Público, 22.Dez.2011 (Adapt)















domingo, 18 de dezembro de 2011

Portugal já é o país onde os bebés morrem menos



País atingiu o nível mais baixo de sempre nas mortes de crianças com menos de um ano, ficando no topo da lista de países com melhores resultados, com 2,5 óbitos por cada mil bebés que nascem com vida


De acordo com o director-geral da Saúde, Francisco George, "não há países com níveis melhores do que aqueles que foram atingidos em Portugal". Com 256 óbitos de crianças a viver em Portugal, houve uma redução de cem mortes num ano (eram 362), menos 30% num ano.


in Diário de Notícias, 18.Dez.2011