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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

As bacias hidrográficas em Portugal

 


Disciplina de Geografia A:
Aula prática de cartografia.

Parabéns à A. Santana, turma 11ºF, 2013_2014

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Temperaturas acima dos 30ºC na próxima semana

A partir de segunda-feira, as temperaturas máximas disparam e podem aumentar mais de dez graus em relação às desta semana.



Carta sinóptica (previsão) para Sábado dia 22.Junho.2013 (www.eltiempo.es)



A chuva e as temperaturas perto dos 20ºC vão desaparecer neste fim-de-semana e o calor vai regressar a partir de segunda-feira em Portugal continental. Segundo previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), os termómetros deverão chegar aos 34ºC na região de Lisboa, uns quatro graus acima da média do esperado para Porto e Faro.
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O IPMA indica no site que, para a próxima sexta-feira, haverá ainda registo de céu muito nebulado nas regiões Norte e Centro, até meio da manhã, mas a temperatura mínima irá subir. Em Lisboa, os termómetros vão oscilar entre os 23ºC de máxima e os 15ºC de mínima, no Porto entre os 20ºC e os 13ºC e, em Faro, o calor já se fará sentir com a previsão de máximas de 29ºC e 17ºC de mínima.
No sábado, as nuvens vão desaparecer e o IPMA espera “uma pequena subida da temperatura máxima, mais significativa nas regiões do interior e no vale do Tejo”, com Lisboa a registar uma máxima de 26ºC, Porto de 22ºC e Faro de 31ºC. Até à próxima quarta-feira, a Região Sul do país será a que irá registar temperaturas com menor oscilação, entre os 29ºC e os 31ºC.
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A partir de domingo, a temperatura vai aumentar e, na segunda-feira, os termómetros vão disparar para os 33ºC em Lisboa e os 28ºC no Porto. Entre terça e quarta-feira, a região da capital vai manter-se nos 34ºC de máxima e os 21ºC de mínima, enquanto mais a norte, na região do Porto, são esperados 30ºC de máxima e 19ºC de mínima.
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Na Madeira e nos Açores, o IPMA não prevê grandes oscilações de temperatura. À semelhança do continente, não é esperada a ocorrência de chuva a partir do fim-de-semana, mas o calor ainda está longe de chegar aos dois arquipélagos.
Na Madeira, as temperaturas vão oscilar entre sábado e a próxima quarta-feira entre os 20ºC e os 24ºC, enquanto, nos Açores, os termómetros não vão ultrapassar os 19ºC de máxima.




sábado, 3 de novembro de 2012

Temperatura da água do mar à superfície - 3 de Novembro de 2012


(Imagem obtida com uma combinação de dados de canais infra-vermelhos do satélite NOAA-19 que nos dá a temperatura da superfície do mar. Esta imagem contém os dados acumulados dos últimos sete dias AEmet)
 


Junto à costa portuguesa a temperatura da água do mar mantém valores semelhantes aos registados no mês de Agosto (ver imagem).
Nota-se a descida em latitude dos valores mais elevados registados na imagem.

Pode afirmar-se que nesta data as temperaturas da água do mar são as normais para a época do ano, uma vez que as isolinhas da temperatura da água do mar à superfície,  registada junto à costa, mantem igual valor para o largo, ao longo da mesma latitude. Grosso modo,variando a latitude varia também o valor da temperatura superficial da água do mar.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Concelho do Montijo - descontinuidade territorial



Território

É sede de um município com 348,09 km² de área e 51 222 habitantes (2011), subdividido em 8 freguesias.

O concelho de Montijo é Territorialmente constituído por 2 Sub-áreas: a Núcleo Ocidental, que compreende as freguesias de Santo Isidro, Pegões e Canha, e a Núcleo Oriental, composta pelas restantes 5 freguesias do Concelho - Afonsoeiro, Atalaia, Alto Estanqueiro/Jardia, Montijo e Sarilhos Grandes, que conjuntamente representam apenas 16,18% da área geográfica total.

A porção principal, onde se situa a cidade, é a mais pequena e é limitada a norte e a leste pelo município de Alcochete, a sudeste por Palmela, a sudoeste pela Moita e a noroeste liga-se aos municípios de Lisboa e de Loures através do estuário do Tejo. A porção secundária, cerca de 20 km a leste, é limitada a nordeste por Coruche, a leste por Montemor-o-Novo, a sudeste por Vendas Novas, a sudoeste por Palmela e a noroeste por Benavente.


História Breve

A parte ocidental é formada basicamente pelo território do antigo Concelho de Aldeia Galega do Ribatejo, ao qual foi concedido foral em 1515 por D. Manuel I. A Parte Este formou-se a partir do território do antigo Concelho de Canha, extinto pela primeira vez a 6 de Novembro de 1836, altura em que foi integrado no Concelho de Montemor-o-Novo. A 2 de Janeiro de 1838 o Concelho de Canha volta a ser de novo restabelecido para, no entanto, ser definitivamente extinto no dia 17 de Abril do mesmo ano e integrar o Concelho de Aldeia Galega do Ribatejo.

Os coutos e herdades que existiam na actual área do concelho do Montijo nos alvores da Nacionalidade foram doados por D. Sancho I, em 1186, aos Cavaleiros da Ordem de Santiago, de que era então prior D. Paio Peres. O núcleo populacional, habitado principalmente por pescadores e salineiros, começou a desenvolver-se desde que na maioridade de D. Afonso V, o regente D. Pedro e o mestre da Ordem o infante D. João, ambos tios do monarca, mandaram desassorear o esteiro de Alhos Vedros, construindo para o efeito uma estacada.

Até 6 de Junho de 1930, a sede do concelho era chamada de Aldeia Galega do Ribatejo (ou simplesmente Aldeia Galega), passando, a partir de então, a intitular-se Montijo, denominação assumida também pelo próprio concelho. Foi elevado à categoria de cidade em 14 de Agosto de 1985



A descontinuidade territorial

A descontinuidade territorial pode dever-se à existência de exclaves ou enclaves. Excluem-se desta lista os municípios cuja descontinuidade territorial se deve a integrarem ilhas no seu território.
A palavra enclave vem do latim inclavatus, significando fechado. Exclave é uma extensão criada posteriormente.
A origem de um enclave pode ser devida a razões históricas, políticas ou mesmo geológicas: certas zonas tornaram-se enclaves simplesmente por causa da mudança do leito de um rio.

Adaptado de Site CM do Montijo e Wikipedia

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Trovoadas - Condições favoráveis à sua formação


Fig. 1 - Carta Sinóptica - 17.00H

Fig. 2 - Imagem satélite - Massas de ar - 17.00H



Fig. 3 - Imagem de Satélite (vísivel, 17.00H)




Fig. 4 - Nuvem de desenvolvimento vertical: Cumulonimbos (Vista de Portalegre para Sul) - 17.50H





Continuam a verificar-se as condições favoráveis à formação de "Trovoadas": temperaturas elevadas e entrada de ar marítimo (fornecendo humidade ao ar), que ao iniciar movimentos ascendentes de ar, origina as nuvens de desenvolvimento vertical e, consequentemente, a formação de trovoadas com possibilidade de formação de granizo.
O centro de baixas pressões localizado a sudeste da costa algarvia (Fig. 1) permite entrada de ar marítimo (massa de ar tropical marítima) aumento a humidade do ar (Fig. 2 - seta vermelha),
permite entrada de ar marítimo.


rápida do ar na atmosfera origina a formação de nuvens de desenvolvimento vertical (nuvens de cor branca na fig. 3), observáveis no interior da Península Ibérica.


Vista do solo, a referida nuvem de desenvolvimento vertical (fig. 4).

terça-feira, 1 de março de 2011

O perfil topográfico: Forte de Sta Luzia - Forte da Graça

Carta Militar, Elvas, Fl 414, (extracto)
Escala 1/25 000




in MONUMENTOS, n° 28 - Elvas, Cidade e envolvente,
IHRU, Lisboa, Lisboa 2008



Foi elaborado um perfil topográfico pelos alunos da turma a partir da carta militar de Elvas.
Foram predefinidos dois segmentos de recta entre o Forte de Sta Luzia - Antiga Sé (AB) e Antiga Sé - Forte da Graça (BC).






O perfil topográfico

Figura 1

Figura 2
In LOURENçO, Luciano - Caderno de Trabalhos Práticos
de Geografia Física, Coimbra, FCUC, 1988




"O perfil topográfico resulta da intersecção da superfície topográfica por planos verticais. O seu interesse assenta no facto de representar o relevo de forma esquemática" (Lourenço, L.). Dão uma imagem do relevo a duas dimensões (altitude – y; distância -x).

O perfil topográfico é uma representação gráfica de um corte vertical do terreno segundo uma direcção previamente escolhida. Essa direcção deve ter em conta que a linha que traçamos no mapa deve ser o mais perpendicular possível às curvas de nível.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Situação meteorológica 5 de Julho de 2010 - Tempo quente






Estação Meteorológica de Elvas (EMA), Instituto de Meteorologia



De acordo com o Centro de Previsão do Instituto de Meteorologia, o estado do tempo em Portugal Continental está a ser influenciado por uma corrente de leste que transposta uma massa de ar quente e seco do Norte de África e do interior de Espanha.

Até quarta-feira, prevê-se que a temperatura do ar se mantenha acima dos valores normais, continuando a registar-se valores da ordem dos 40º C no Alentejo, Ribatejo, Estremadura, Beira Baixa e Alto Minho, prevendo-se, contudo, a partir de amanhã, um aumento gradual das condições de instabilidade nas regiões Centro e Sul que se generalizarão a todo o território nos dias 7 e 8, com probabilidade de ocorrência de aguaceiros e trovoadas.

A partir de sexta-feira, a acção de uma depressão centrada junto à costa de Marrocos vai estender-se para norte até ao território do Continente, originará numa diminuição bastante significativa dos valores da temperatura.

domingo, 27 de junho de 2010

Trovoadas 27 de Junho de 2010



Mais uma vez a situação de instabilidade da atmosfera que levou à formação de nuvens de desenvolvimento vertical.
Na imagem de satélite pode observar-se as nuvens de desenvolviemnto vertical no centro da Península Ibérica.
A situação de instabilidade tem evoluído ao longo da manhã. A partir do início da tarde a ascenção vertical do ar dá origem à formação das nuvens nas regiões mais interiores da península. No fim da tarde, tem-se verificado a ocorrância de elevada precipitação, muito localizada, associada às "trovoadas.
Esta situação de precipitação intensa (mas muito localizada) observa-se na imagem de radar do Instituto de Meteorologia.

sábado, 26 de junho de 2010

Situação meteorológica 26 de Junho de 2010 - Trovoadas


Imagem de satélite (visível) onde se observa a formação de nuvens de desenvolvimento vertical originada pela ascensão do ar em altitude.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Situação meteorológica 25 de Junho de 2010 - Trovoadas


Situação característica de Verão.

Com o aquecimento da temperatura do ar na última semana verificou-se uma situação típica para esta época do ano: aquecimento/ascendência do ar e humidade.

Na carta sinóptica apresentada pode ver-se no dcentro da Península Ibérica um centro de Baixas Pressões (L) provocado pelo movimento de ascensão do ar, de génese térmica (forte aquecimento da superfície).

Esta situação, que se verifica há vários dias, permitiu a formação de um vale depressionário em altitude (linha contínua negra), no qual a ascensão relativamente rápida do ar pode originar nuvens de desenvolvimento vertical e subsequentemente as designadas "trovoadas".

Toda a faixa litoral atlântica de Portugal continental se encontra sob a influência de um campo de altas pressões, "protegendo" a Europa ocidental da chegada das perturbações da frente polar e dos seus sistemas frontais.

domingo, 10 de maio de 2009

A distância-tempo e as estações do Metro de Londres

Travel Time Tube Map




Distância-tempo: é o tempo necessário para percorrer uma certa distância, utilizando um determinado meio de transporte.
LOBATO, Cláudia - Geografia11, Parte 2, Areal Editores, Porto, 2007



OBS:
Escolher uma estação (clique na estação pretendida) e observar a reorganização que se opera no grafo do Metropolitano de Londres de acordo como tempo que se demora da estação escolhida a todas as outras da rede.
São usados os caminhos mais curtos para reposicionar as outras estações - o raio é proporcional ao tempo usado na viagem.
Os círculos concêntricos correspondem a uma escala de 10 minutos.
Carregar em "g" para retomar o mapa inicial: mapa geográfico do Metro de Londres.


Reparar na alteração da escala do mapa entre distância real (Km) e distância-tempo (minutos) na escala gráfica.