terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
A exploração de urânio “foi um erro em Portugal e será um erro em Espanha”
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Cientistas descobriram fractura tectónica em formação ao largo da costa portuguesa
A descoberta de uma zona de subducção nas suas primeiríssimas fases de formação, ao largo da costa de Portugal, acaba de ser anunciada por um grupo internacional de cientistas liderados por João Duarte, geólogo português a trabalhar na Universidade de Monash, na Austrália.
“Detectámos os primórdios da formação de uma margem activa – que é como uma zona de subducção embrionária”, diz João Duarte, citado no mesmo comunicado.
E o investigador salienta que a actividade sísmica significativa patente naquela zona, incluindo o terramoto de 1755 que devastou Lisboa, já fazia pensar que estivesse a produzir-se aí uma convergência tectónica.
.
A existência desta zona de subducção incipiente ao largo de Portugal poderá indiciar que a geografia dos actuais continentes irá evoluir, ao longo dos próximos 220 milhões de anos, com a Península Ibérica a ser empurrada em direcção aos Estados Unidos. Este tipo de fenómeno já terá acontecido três vezes ao longo de mais de quatro mil milhões de anos de história do nosso planeta, com o movimento das placas tectónicas a partir antigos supercontinentes (como o célebre Pangeia, que reunia todos os continentes actuais) e a abrir oceanos entre as várias massas continentais resultantes.
.
O processo de formação da nova zona de subducção deverá demorar cerca de 20 milhões de anos, fornecendo aos cientistas uma “oportunidade única” de observar o fenómeno de activação tectónica.
terça-feira, 30 de abril de 2013
Sismo dos Açores teve já mais de 100 réplicas
Tolentino de Nóbrega (actualizado às )

quinta-feira, 25 de abril de 2013
Gás natural em Portugal - Aquisição e Importação
O aprovisionamento de gás natural para o mercado português é efectuado através de entradas no sistema por via da interligação com Espanha (Campo Maior e Valença) e do terminal portuário de Sines, através de contratos take-or-pay de longo prazo em que os principais países fornecedores de gás natural são a Argélia e a Nigéria.
Assim, o fornecedor mais importante de gás natural a Portugal, actualmente, é a Sonatrach a partir do jazigo em Hassi R’Mel - Argélia. O transporte é feito através do gasoduto do Maghreb até Tânger e através do Estreito de Gibraltar até Tarifa. Desta localidade segue em gasoduto até próximo de Badajoz, entrando no território nacional em Campo Maior. A capacidade da interligação de Campo Maior é de 122,4 GWh/dia (cerca de 420 000 m3/h).
O segundo fornecedor mais importante é a Nigéria, mas através da forma liquefeita (GNL). Este GNL chega em navios metaneiros ao terminal de Sines, com uma capacidade nominal de emissão para a rede de 192,8 GWh/dia (cerca de 675 000 m3/h).
A repartição do aprovisionamento é ilustrada na figura seguinte, onde se pode observar que, para os últimos três anos, o terminal de GNL de Sines (contratos de GNL com proveniência da Nigéria) assegurou a maior parte do abastecimento de gás natural no mercado português, com o valor de 2009 a representar cerca de 55% do volume total de gás contratado para o mercado nacional.
Em 2007 e 2008 registou-se a utilização da infra-estrutura de armazenamento subterrâneo para a compensação de períodos de menor disponibilidade de emissão de gás natural por parte do terminal de GNL de Sines.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
MTI poderá investir 600 milhões de euros nas minas de ferro
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Empresa canadiana acha ouro no Alentejo - Economia - Notícias - RTP
sábado, 21 de abril de 2012
Portugal no contexto da tectónica de placas
2 - o troço central, designado Falha Glória (F.G.), que tem sido, ao longo dos tempos, responsável por alguns dos sismos sentidos na ilha de Santa Maria, nos Açores; foram determinadas, nesta zona,
velocidades de deslocamento relativo entre as placas Euroasiática e Africana, da ordem dos 3,39 cm/ano;
tando velocidades de deslocamento entre as placas da ordem dos 0,76 cm/ano.
A Junção Tripla dos Açores
O actual padrão de sismicidade dos Açores revela que os epicentros se concentram, maioritariamente, ao longo, ou nas proximidades, do alinhamento do Rifte da Terceira (RT); porém, os sismos mais energéticos referenciam-se à zona de fractura Faial-Pico (ZFFP).
Açores - Geologia da Ilha de S. Miguel
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Alentejo vai produzir 175 milhões de euros de ouro nos próximos anos
Jornal Público, por Luís Francisco
O Colt Resources espera extrair 140 mil onças de ouro (cerca de quatro mil quilos) nos primeiros cinco anos de exploração da nova concessão de Montemor-o-Novo e Évora, cujas reservas estão estimadas, na visão mais optimista, em cerca de 12 milhões de onças.
A preços de mercado, o minério retirado nesta fase de arranque vale perto de 175 milhões de euros – o Estado receberá 4% do volume de produção da mina após o terceiro ano de exploração.
O contrato da concessão experimental foi hoje assinado em Lisboa, no Ministério da Economia e do Emprego, e a produção deverá começar dentro de três anos. Jorge Valente, da Colt Resources, adiantou mais alguns números: a empresa vai investir 53 milhões de euros e criar cerca de 150 empregos directos. Apesar de a zona já reconhecida (cerca de 6km) apresentar números animadores, ela representa apenas um quinto da área que se espera poder vir a ser explorada com sucesso.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Rio Tinto quer investir mil milhões em Moncorvo
Rio Tinto quer investir mil milhões em Moncorvo!
A Rio Tinto, a maior empresa de minas do mundo, quer investir mil milhões de euros na exploração de ferro em Portugal.
O projecto será realizado nas minas de Torre de Moncorvo, em Trás-os-Montes, um dos maiores depósitos de minério de ferro da Europa, com recursos medidos e indicados de 552 milhões de toneladas de minério e recursos inferidos de mil milhões de toneladas, revelou fonte próxima das negociações à Lusa.
O investimento está a ser negociado entre o Governo, a empresa que detém a concessão da mina até 2070, a MTI - Minning Technology Investments, e a Rio Tinto, refere a mesma fonte.
O Ministério da Economia confirma oficialmente que está "a desenvolver negociações com uma das maiores empresas do mundo para um grande investimento no sector mineiro em Portugal", sem, no entanto, avançar qualquer dado sobre o assunto.
Álvaro Santos Pereira já tinha anunciado a 27 de Setembro na RTP que existia uma multinacional que pretendia fazer um grande investimento em Portugal, escusando-se na altura a avançar com detalhes.
Fonte ligada às empresas diz que, caso as negociações com a Rio Tinto cheguem a bom porto, o investimento vai permitir que a pequena vila transmontana receba "uma autêntica cidade, porque é preciso fazer tudo desde o início", e será provável que o investimento demore cerca de 10 anos a concretizar até que comece a laborar.
Segundo o sítio da empresa na internet, o projecto tem "reduzidos constrangimentos ambientais", "proximidade dos portos atlânticos de Aveiro e Leixões", "apoio institucional das autoridades nacionais, regionais e locais" e "disponibilidade total e imediata de água, energia, infra-estrutura e capacidade de escoamento".
(...)
quarta-feira, 16 de março de 2011
Energia nuclear - O problema do uso
Explosão num dos reactores (Imagem ionline)domingo, 13 de março de 2011
Sismo e tsunami - Japão: e o perigo nuclear

Acompanhar o evoluir da situação sobre o sismo neste link: Sismo e tsunami no Japão (Japan Earthquake 2011 ).
domingo, 26 de julho de 2009
O granito

O granito é uma rocha ígnea de grão fino, médio ou grosso, composta essencialmente por quartzo e feldspatos, tendo como minerais característicos frequentes moscovite, biotite e/ou anfíbolas.
A composição mineralógica dos granitos é definida por associações muito variadas de quartzo, feldspato, micas (biotite e/ou moscovite), anfíbolas (sobretudo horneblenda), piroxenas (augite e hiperstena) e olivina. Alguns desses constituintes podem estar ausentes em determinadas associações mineralógicas, anotando-se diversos outros minerais acessórios em proporções bem mais reduzidas. Quartzo, feldspatos, micas e anfíbolas são os minerais dominantes nas rochas graníticas e afins.
Macroscopicamente, o quartzo é reconhecido como mineral incolor, geralmente translúcido, muito comum nos granitos. Os feldspatos (microclina, ortóclase e plagióclases), são os principais condicionantes do padrão cromático das rochas silicáticas, conferindo as colorações avermelhada, rosada e creme-acinzentada a estas rochas.
A cor negra variavelmente impregnada na matriz das rochas silicatadas, é conferida pelos minerais máficos (silicatos ferro-magnesianos), sobretudo anfíbolas (hornblenda) e micas (biotite), chamados vulgarmente de "carvão".
A textura das rochas silicatadas é determinada pela granulometria e hábito dos cristais, sendo a estrutura definida pela distribuição desses cristais.
Composição, textura e estrutura representam assim parâmetros de grande importância para caracterização de granitos.
O granito é utilizado como rocha ornamental e na construção civil.
Para o sector de pedras ornamentais e de revestimento, o termo granito designa um amplo conjunto de rochas silicatadas, abrangendo monzonitos, granodioritos, charnockitos, sienitos, dioritos, doleritos, basaltos e os próprios granitos.
Wikipedia (adaptado)
terça-feira, 7 de julho de 2009
Central termoeléctrica de Sines

A Central Termoeléctrica de Sines entrou em funcionamento em 1985, sendo a primeira
central nacional a queimar carvão importado, é a central de maior potência do País.
Central Termoeléctrica com 4 Grupos Geradores de 314 MW cada, com as
seguintes características principais :
Combustível : Carvão
Tipo de Turbina : Vapor
Potência Instalada : 1.256 MW
Capacidade de Vaporização : 950 ton/h
domingo, 3 de maio de 2009
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Rochas industriais: o sal-gema

Minas de Sal-gema - Loulé
Mineralogia: Denomina-se sal-gema ao cloreto de sódio, acompanhado de cloreto de potássio e de cloreto de magnésio, que ocorre em jazidas na superfície terrestre.
Aplicações: A partir da electrólise obtêm-se cloro e sódio. Esses elementos são utilizados na fabricação de soda cáustica, no tratamento de óleos vegetais, em celulose, na polpa de madeira, como germicida, na fabricação de plásticos como o PVC, na purificação de água e em diversos produtos químicos.
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Rochas industriais: felspato
USGOV.jpg)
Origem do Feldspato: (do alemão feld, campo; e spat, uma rocha que não contém minério) é o nome de uma importante família de minerais, do grupo dos tectossilicatos, constituintes de rochas que formam cerca de 60% da crosta terrestre.
Formação do Feldspato: Cristalizam a partir do magma tanto em rochas intrusivas como em extrusivas; os feldspatos ocorrem como minerais compactos, como filões, em pegmatites e desenvolvem-se em muitos tipos de rochas metamórficas. Também podem ser encontrados nalguns tipos de rochas sedimentares.
Usos e Aplicações:
Os feldspatos possuem numerosas aplicações na indústria, devido ao seu teor em alcalis (base) e aluminatos. As aplicações mais importantes são:
- Fabrico de vidro (sobretudo feldspatos potássicos; reduzem a temperatura de fusão do quartzo, ajudando a controlar a viscosidade do vidro).
- Fabrico de cerâmicas (são o segundo ingrediente mais importante depois das argilas; aumentam a resistência e durabilidade das cerâmicas).
- Como material de incorporação em tintas, plásticos e borrachas devido à sua boa dispersibilidade, por serem quimicamente inertes, apresentarem pH estável, alta resistência à abrasão e congelamento e pelo seu índice de refracção (nestas aplicações usam-se feldspatos finamente moídos).
- Produtos vidrados, como louça sanitária, louça de cozinha, porcelanas para aplicações eléctricas.
- E ainda, em eléctrodos de soldadura, abrasivos ligeiros, produção de uretano, espuma de látex, agregados para construção...
Rochas ornamentais: Mármore 2

O Mármore é uma rocha metamórfica que teve a sua origem no calcário exposto a altas temperaturas e pressão.
Podemos encontrar as maiores jazidas de mármore nas regiões de rocha matriz calcária e onde existiu actividade vulcânica.
O mármore é uma rocha essencialmente utilizada na Construção civil (pavimentação, escadarias, ornamentação de portas e janelas, lareiras, etc.).
Tem algumas constituições tais como: é do tipo metamorfismo regional e de contacto, é derivada do calcário e dolomitos.












