Promessas de não regressar mais a Portugal e críticas ao
sistema de cobrança foram alguns dos lamentos dos turistas espanhóis na
fronteira junto à Ponte Internacional de Guadiana, no Algarve, quando tentavam
pagar as portagens da Via do Infante (A22).
Esta tarde, dezenas de turistas tinham os carros parados junto ao posto de venda que a Estradas de Portugal colocou no posto de fronteira de Castro Marim/Ayamonte. E, apesar de estar presente um funcionário da empresa, no âmbito de um reforço da presença nas zonas fronteiriças localizadas perto de antigas SCUT, as queixas sucediam-se. "Isto é terrível. Não percebo porque não põe alguém a receber o dinheiro quando as pessoas passam. Este sistema não faz sentido", disse à Lusa Lola Redondo, espanhola residente em Sevilha e que estava a entrar em Portugal para passar umas férias de cinco dias em Lagos, referindo-se ao sistema de portagens eletrónicas introduzido na Via do Infante (A22), uma das antigas SCUT que começou a ser paga em Dezembro. Outra razão de queixa prende-se com a obrigatoriedade de comprar um bilhete válido por três dias, uma vez que Lola Redonda irá passar cinco no Algarve e a validade iria caducar. "Só podemos comprar bilhetes de três dias, mas são consecutivos. Nós vamos estar cinco em Lagos, como é que vamos fazer quando regressarmos", questionou a sevilhana de 60 anos, que estava acompanhada por mais quatro pessoas. Lola Redondo lamentou ainda a falta de locais para compra de títulos para viajar nas antigas SCUT, porque "só podem ser comprados na fronteira e na área de serviço de Olhão, que fica a muitos quilómetros" de Lagos. "Se comprar um de três dias vou perder o dinheiro e depois não há outro sítio onde possa comprar. Isto está a prejudicar o turismo. Conheço pessoas que vinham muitas vezes e deixaram de vir. E eu também vou fazer o mesmo", acrescentou. (...) “Como é que nós pagamos? Eu vou a Faro, ao aeroporto, como é que faço?" - questionou Fernando Gonzalez, de Huelva, aos compatriotas, que pouco sabiam responder. (...) Carlos Castro, de Villablanca, também estava no dilema de adquirir um título de três dias que iria caducar antes do seu regresso de férias em Albufeira: “isto é incrível. Não se entende nada e assim não volto mais". in Diarionlinealgarve (adaptado) |
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quinta-feira, 12 de abril de 2012
Portagens: Revolta e críticas ao sistema de cobrança nas ex-SCUTS - Algarve
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Turismo: Lisboa é uma das capitais europeias mais promissoras
Estudo diz que o elevado número de dormidas na cidade e o sólido crescimento torna-a uma das mais promissoras para o futuro
Só Amesterdão se classifica à frente de Lisboa no que diz respeito ao número de dormidas relativo ao número de habitantes na cidade das sete colinas. Em Amesterdão contam-se 13,0 dormidas de turista por cada habitante, enquanto em Portugal se contam 12,6.
Este indicador aliado a um sólido crescimento do número de dormidas entre 2005 e 2010 levou a considerar Lisboa como uma das cidades europeias mais promissoras para o turismo. Numa matriz em que é considerado o número relativo de dormidas e o seu crescimento entre 2005 e 2010, a Roland Berger conclui que Lisboa é uma das mais promissoras, juntamente com Amesterdão e Estocolmo.
As três cidades são agrupadas na categoria de “estrela” juntamente com Zurique, Roma Viena e Copenhaga. As restantes categorias agrupam as outras 21 cidades com as denominações de “elevado potencial”, “seguidoras” ou “retardatárias”.
Neste estudo, Lisboa lidera o ranking de cidades que não disponibilizam dados de receita por quarto de hotel disponível, item que a consultora utiliza para medir a criação de valor. Entre as 24 cidades, apenas 10 disponibilizaram estes dados e Londres lidera este grupo, seguida por Paris, Berlim e Roma.
Só Amesterdão se classifica à frente de Lisboa no que diz respeito ao número de dormidas relativo ao número de habitantes na cidade das sete colinas. Em Amesterdão contam-se 13,0 dormidas de turista por cada habitante, enquanto em Portugal se contam 12,6.
Este indicador aliado a um sólido crescimento do número de dormidas entre 2005 e 2010 levou a considerar Lisboa como uma das cidades europeias mais promissoras para o turismo. Numa matriz em que é considerado o número relativo de dormidas e o seu crescimento entre 2005 e 2010, a Roland Berger conclui que Lisboa é uma das mais promissoras, juntamente com Amesterdão e Estocolmo.
As três cidades são agrupadas na categoria de “estrela” juntamente com Zurique, Roma Viena e Copenhaga. As restantes categorias agrupam as outras 21 cidades com as denominações de “elevado potencial”, “seguidoras” ou “retardatárias”.
Neste estudo, Lisboa lidera o ranking de cidades que não disponibilizam dados de receita por quarto de hotel disponível, item que a consultora utiliza para medir a criação de valor. Entre as 24 cidades, apenas 10 disponibilizaram estes dados e Londres lidera este grupo, seguida por Paris, Berlim e Roma.
(...)
Este estudo teve em consideração sete critérios. Um dos mais importantes é o da criação de valor e apenas 10 cidades apresentaram dados para este “item”. Entre os restantes, os principais são: crescimento do número de dormidas, crescimento da capacidade hoteleira e acessibilidade.
Este estudo teve em consideração sete critérios. Um dos mais importantes é o da criação de valor e apenas 10 cidades apresentaram dados para este “item”. Entre os restantes, os principais são: crescimento do número de dormidas, crescimento da capacidade hoteleira e acessibilidade.
Post de N. Palmeiro, 11ºD (Ano lectivo 2011/2012)
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