quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

As bacias hidrográficas em Portugal

 


Disciplina de Geografia A:
Aula prática de cartografia.

Parabéns à A. Santana, turma 11ºF, 2013_2014

BCE manteve taxa de juro nos 0,25%, confirmando as expectativas do mercado


Fotografia GeoMentor, 2012


O Banco Central Europeu (BCE) decidiu esta quinta-feira manter a taxa directora no mínimo histórico de 0,25%, confirmando as expectativas do mercado, que depois da ligeira subida da inflação na zona euro não esperava novo corte de taxas.
O BCE cortou a taxa directora em Novembro, de 0,5% para 0,25%, com o propósito de travar a queda da inflação e impulsionar a recuperação económica na zona euro.
Na última reunião mensal, o presidente do BCE, Mario Draghi, não excluiu a possibilidade de novo corte de taxas, se fosse necessário.
Entretanto, alguns indicadores económicos melhoraram, como a taxa de inflação homóloga na zona euro, que subiu de 0,7% para 0,9% em Novembro, de acordo com a estimativa rápida do Eurostat.
A evolução da inflação representa uma interrupção numa tendência de queda que se registava desde Julho e que fez soar os alarmes em relação ao risco de entrada da zona euro em deflação.
A expectativa para a reunião de hoje e que será clarificada ao início da tarde, na habitual conferência de Imprensa, reside nas medidas não convencionais que o BCE possa vir a anunciar. O lançamento de um novo programa de LTRO (empréstimos de longo prazo) tem estado em cima da mesa.
Entretanto, nesta quinta-feira, a Comissão de Assuntos Económicos do Parlamento Europeu aprovou a nomeação de Danièle Nouy, actual secretária-geral do Banco de França, para presidente da supervisão bancária única europeia, a nova entidade monetária do BCE.
A nomeação de Nouy terá ainda de ser confirmada na sessão plenária do Parlamento Europeu na próxima semana, em Estrasburgo.
Danièle Nouy, escolhida pelo conselho de governadores do BCE para liderar este órgão de supervisão, assumirá as novas funções a partir de Novembro de 2014.




domingo, 6 de outubro de 2013

Mapa: Age of Internet Empires




The data are visualised as a choropleth map, where the colour indicates each country’s most visited website. Starting from the evident dominance of two companies (Google and Facebook), whose colours (red and blue, respectively) cover most of the map, we styled the illustration as an old colonial map, and named it after the computer game series Age of Empire. A second map below illustrates the same data, using the hexagonal cartogram of the Internet Population 2011.



 
 

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Central solar fotovoltaica de Amareleja

 
 
 
 
 

A Central Solar Fotovoltaica de Amareleja é uma central fotovoltaica, situada no concelho de Moura (Beja), sul de Portugal. Com capacidade instalada de 46,41 megawatts pico iniciais, a central já está a funcionar plenamente, produzindo cerca de 93 mil MWh de energia por ano, o suficiente para abastecer 30 mil habitações.
Está construída em um terreno de 250 hectares, em Amareleja, no concelho de Moura. Com 2.520 seguidores solares azimutais, equipados com 104 painéis solares cada um, a central foi a maior do mundo em 2008, em potência total instalada e capacidade de produção (actualmente está em 18º lugar). Estes seguidores são dispositivos mecânicos que orientam os painéis solares perpendiculares ao sol, desde a alvorada, a leste, até ao poente, a oeste.
 
 
 
 


 
A central foi desenvolvida, construída e é operada pela proprietária ACCIONA, grupo líder mundial em energias renováveis, presente em sete tecnologias limpas e em catorze países dos cinco continentes.
A Mitsubishi Corporation tem uma participação de 34% na sociedade promotora (Amper Central Solar, filial da ACCIONA), no quadro da aliança estratégica mantida entre ambos os grupos no âmbito das energias limpas.
 
 

 
 
 

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Produtos da agricultura: Portugal é excedentário em vinho mas fortemente dependente em cereais e oleaginosas






Grau de auto-suficiência alimentar nacional situa-se nos 81%.

Portugal apresenta um grau de auto-suficiência alimentar de 81%, expresso em valor, para o conjunto dos produtos da agricultura, da pesca e das indústrias alimentar e das bebidas (média 2006-2010), indicador que se manteve estável durante o quinquénio.

Para os produtos agrícolas (inclui vinho e azeite), o grau de auto-suficiência situa-se nos 83%, evidenciando uma forte dependência do exterior em cereais e oleaginosas. Registam-se níveis próximos da auto-suficiência para o azeite, ovos, hortícolas e frutos frescos e um grau superior a 100% para o vinho.

Portugal apresenta um grau de auto-suficiência para os produtos da pesca na ordem dos 82% entre 2006 e 2010.
 
O valor médio anual da produção agrícola situou-se próximo dos 7 mil milhões de euros anuais entre 2006 e 2010, crescendo à taxa média de 1,2% ao ano nesse período.
Na estrutura da produção destacaram-se o vinho e o azeite que representaram, em conjunto, praticamente 1/4 (24,9%) do valor total da produção agrícola.
A produção pecuária (animais vivos) gerou em média um valor anual de 1,6 mil milhões de euros (23,3% do valor global da produção agrícola).
Os hortícolas constituíram um dos produtos agrícolas cujo valor da produção mais cresceu (6,2% ao ano).
 
in Boletim "Destaque", Abastecimento alimentar em Portugal, INE, (2 de Abril de 2013)

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Letónia adopta euro em 2014







A Letónia recebeu a “luz verde” para aderir à moeda única, a partir de 1 de Janeiro de 2014. A decisão formal foi adotada esta terça-feira pelos os ministros das Finanças da União Europeia durante a reunião do Ecofin.
(...)
O comissário europeu para os Assuntos Económicos e Monetários, Olli Rehn, garante que “a Letónia cumpre os cinco critérios de convergência de Maastrich e as suas políticas económicas estão num caminho sustentável.”


No 18.º Estado-membro da zona euro, a taxa de cambio é de cerca de 0,7 lats por cada euro. Mas de acordo com as últimas sondagens mais de 60% da população do país teme que a mudança para o euro represente uma subida dos preços. O primeiro-ministro da Letónia garante que não há esse risco.
Valdis Dombrovskis explica que vai ser assinado um acordo com o setor económico sobre o que chamámos a “introdução justa do euro”: há um compromisso para que a conversão dos preços seja feita de acordo com a taxa de cambio para que a mudança para o euro não seja usada para aumentar os preços.”

A correspondente da euronews em Bruxelas, Isabel Marques da Silva lembra que “nos próximos seis meses o governo de Riga vai concentrar-se nas questões técnicas, nomeadamente a atualização de bases de dados e um sistema de monitorização de preços. Quanto ao design das moedas de euro, garantiu que vão ser incluídios elementos do lat já que é um dos símbolos da independência face à UE”.

Irrigação inteligente para colheitas mais ‘verdes’




Os 100 hectares de um campo de milho em Juterbog, próximo de Berlim, são palco de uma experiência original. Os investigadores misturam fertilizantes na água e injetam o preparado num protótipo de um sistema de fertilização por irrigação. Chamam “fertirrigação”, a este sistema que permite simultaneamente fertilizar e irrigar os campos de forma constante e com uma monitorização permanente das condições atmosféricas e do solo para que as plantas tenham os nutrientes que necessitam em todas as fases de crescimento.

“Temos de controlar diferentes aspetos. A chuva, a luz que as plantas recebem ou ainda a estrutura e homogeneidade do solo. Não conseguimos controlar todos os elementos que influenciam as colheitas, mas controlar apenas alguns já é um grande desafio”, explica a engenheira química Lucía Doyle Gutiérrez.

Para a monitorização, foram desenvolvidos sensores capazes de ‘ler’ a composição do solo em nitratos, fosfatos, potássio e amónia, que contribuem para o crescimento das plantas. A ideia é equipar o sistema de irrigação com sensores e software, dando-lhe a capacidade de autonomamente decidir onde é quando é necessária mais ou menos água e fertilizante.
“Temos de assegurar que os sensores estão protegidos dos sinais eletromagnéticos circundantes. Para garantir leituras corretas, também é muito importante impedir que os sensores basculem. Finalmente, é preciso garantir que não falta a energia elétrica para alimentar a plataforma de sensores”, esclarece Martin Smolka, da Universidade de Tecnologia de Viena.

Sensores de solo, processadores de dados, unidades de controlo e distribuição devem então trabalhar em conjunto. O objetivo é ajudar os agricultores a poupar água e fertilizantes, mas não só:
“Este sistema também nos pode ajudar a poupar tempo. Podemos controla-lo à distância, a partir do computador no escritório e isso liberta-nos tempo para tratar de outras coisas que também são importantes”, refere Frank Hausman, agricultor.

Os investigadores veem ainda outros benefícios potenciais deste sistema inteligente de irrigação e fertilização.
“Não adianta passar muito tempo a avaliar a nutrição das plantas se o sistema de irrigação não for bom. Portanto, mesmo que o objetivo seja poupar o máximo de fertilizante, se o agricultor poupa 20 euros em fertilizante mas depois perde 30 euros por hectare em água, não ficará feliz. Mas se conseguir poupar os 20 euros e assim aumentar o lucro, ficará satisfeito”, explica Peter White, consultor em gestão de água.
(...)
“A pesquisa mostra que todo o processo de irrigação e fertilização é cada vez mais automático. Pode ser controlado à distância, até a partir de um smartphone, o que deixa muito satisfeitos os agricultores. Mas continuam a existir clientes que não dispensam as visitas regulares aos campos, que gostam de controlar manualmente o sistema, em vez de deixarem tudo em automático”, refere Stefan Scholz, promotor do projeto.

Independentemente da escolha dos agricultores, o mercado está a crescer, com a perspetiva de venda na Europa de 700 mil destes novos sistemas no prazo de 10 anos.

www.optifert.eu
 
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